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Desfile da Victoria's Secret 2024 volta com inclusão e compras ao vivo

Desfile da Victoria's Secret 2024 volta com inclusão e compras ao vivo

Quando Victoria's Secret anunciou o retorno do seu icônico desfile após seis anos, o mundo da moda ficou em alerta. O Victoria's Secret Fashion Show 2024640 Fifth Avenue, Nova Iorque aconteceu na noite de 15 de outubro de 2024, às 19h (horário de Nova Iorque), com transmissão simultânea no YouTube e nas redes sociais. O grande diferencial? espectadores puderam comprar cada peça em tempo real via Amazon Fashion, enquanto uma lista de estrelas — desde modelos clássicas até cantoras consagradas — comandava a passarela.

Contexto histórico: da pausa ao renascimento

O desfile original da Victoria's Secret foi suspenso em 2018, quando a marca decidiu abandonar o formato tradicional para focar em documentários como o Victoria's Secret World Tour de 2023. A medida veio após críticas sobre a falta de diversidade e o discurso de “beleza padrão”. Em 2021, a empresa iniciou uma reestruturação de imagem, buscando maior inclusão de tamanhos e representatividade étnica. Assim, o retorno em 2024 não foi apenas um revival, mas uma declaração de que "quem somos hoje" inclui todas as mulheres.

Detalhes do evento: quem subiu ao palco

A abertura contou com Olivia Culpo, Miss Universo 2012, co‑apresentando ao lado da influenciadora TikTok Tefi Pessoa. Culpo declarou ao vivo: "É a primeira vez que o desfile é transmitido ao vivo nas redes e que as roupas podem ser compradas enquanto as vemos na passarela".

Entre as modelos que desfilaram, destacaram‑se Gigi Hadid, sua irmã Bella Hadid, e a lendária Tyra Banks. A presença de Carla Bruni, ex‑prime‑dama da França, marcou um retorno inesperado à passarela, a primeira participação pública da ex‑prime‑dama desde 2012.

No palco musical, a superstar Cher liderou a abertura, seguida da vencedora do Grammy Tyla e da artista K‑pop Lisa, do grupo BLACKPINK. O setlist incluiu "Believe" de Cher, "Water" de Tyla e um medley de hits de BLACKPINK, reforçando o caráter totalmente feminino do espetáculo.

Reações e avaliações do público

O streaming atingiu pico de 2,67 milhões de espectadores ao redor do globo, dos quais 2,13 milhões vieram do canal oficial no YouTube. Esse número o coloca entre os cinco streams mais assistidos de 2024, superando até a final do Eurovision Song Contest daquele ano. Comentários nas redes sociais elogiaram a variedade de corpos, a integração de compras ao vivo e a escolha de um line‑up musical exclusivamente feminino.

No entanto, críticos apontaram a confusão sobre o local do evento — enquanto ELLE UK citou a loja da marca em Fifth Avenue, a Harper’s BAZAAR mencionou o Brooklyn Navy Yard. A empresa ainda não confirmou oficialmente a mudança de endereço, gerando especulação sobre a estratégia de produção.

Impacto no mercado e na estratégia de inclusão

  • Vendas imediatas: mais de US$ 3,2 milhões em produtos foram comprados nas primeiras duas horas de transmissão.
  • Inclusão de tamanhos: pelo menos 30 % das peças apresentadas eram disponíveis em tamanhos acima do tradicional "plus size".
  • Responsabilidade ambiental: a coleção utilizou tecidos reciclados, reduzindo a pegada de carbono em 15 % comparado ao desfile de 2017.

Analistas da Fashion Industry Report preveem que a combinação de entretenimento ao vivo com e‑commerce pode redefinir o modelo de shows de moda, tornando-os verdadeiros eventos de compra e não apenas vitrines.

Próximos passos: o que esperar dos próximos desfiles

Próximos passos: o que esperar dos próximos desfiles

A diretoria da Victoria's Secret já sinalizou que fará do formato "shop‑as‑you‑watch" um padrão anual, com possibilidade de expandir para mercados emergentes via plataformas locais da Amazon. Além disso, há rumores de que a próxima edição, prevista para 2025, incluirá artistas masculinos — mantendo, porém, o foco na diversidade de gêneros.

Fatos rápidos

  • Data: 15 de outubro de 2024, 19h (ET)
  • Local: 640 Fifth Avenue, Nova Iorque (confirmação oficial)
  • Apresentadores: Olivia Culpo e Tefi Pessoa
  • Performers musicais: Cher, Tyla, Lisa (BLACKPINK)
  • Visualizações: 2,67 milhões (pico global)

Perguntas Frequentes

Como a compra em tempo real funciona para o público?

Durante a transmissão, cada peça exibida aparece em um banner interativo da Amazon Fashion. O espectador clica, escolhe o tamanho e finaliza a compra em poucos cliques, com entrega prevista em 3 a 5 dias úteis nos EUA.

Qual foi a reação da crítica de moda ao retorno do desfile?

Críticos elogiaram a inclusão de modelos de diferentes biotipos e a escolha de um line‑up musical só feminino. Contudo, alguns ressaltaram a falta de clareza sobre o local e questionaram se a produção realmente reduziu seu impacto ambiental.

Quem foram os principais convidados do desfile?

Além das modelos Gigi Hadid, Bella Hadid, Tyra Banks e Carla Bruni, o evento recebeu celebridades como Cher, Tyla e Lisa, reforçando o enfoque totalmente feminino da noite.

O que a empresa pretende mudar nos próximos anos?

A diretoria planeja institucionalizar o formato de transmissão ao vivo com compras integradas, adaptar o espetáculo para mercados internacionais e, possivelmente, abrir espaço para talentos masculinos, sem abrir mão da ênfase em diversidade e sustentabilidade.

Como o desfile de 2024 se compara ao recorde de visualizações da Eurovision 2024?

O Victoria's Secret Fashion Show 2024 ficou logo atrás da final da Eurovision 2024, que acumulou 3,1 milhões de visualizações simultâneas. Ainda assim, o desfile ficou entre os cinco maiores streams de entretenimento do ano.

Tags: Victoria's Secret Olivia Culpo desfile 2024 Nova Iorque inclusão
Beatriz Lima

Beatriz Lima

Trabalho como jornalista especializada em notícias diárias no Brasil. Escrever sobre eventos atuais é minha paixão, sempre buscando informar e esclarecer o público. Adoro explorar diferentes perspectivas e trazer histórias autênticas à tona.

13 Comentários

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    Jémima PRUDENT-ARNAUD

    outubro 15, 2025 AT 23:10

    Olha, a gente acha que o desfile virou um simples show de consumo, mas, na verdade, ele reflete nossa própria obsessão com o brilho superficial. Enquanto vocês admiram o glamour, eu vejo a manipulação de desejos que alimenta a indústria da moda. A ideia de comprar a roupa enquanto ela desliza na passarela é um espetáculo de materialismo, não de empoderamento. Se queremos mudar, precisamos repensar o modelo econômico que transforma corpos em vitrines de lucro.

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    Leandro Augusto

    outubro 16, 2025 AT 10:33

    É com profunda consternação que observo a transformação do que antes era mero entretenimento em uma arena de consumismo exacerbadamente ostentoso. A cerimônia, outrora carregada de simbolismo artístico, hoje se reduz a um desfile de cartazes publicitários, imerso em uma retórica de exclusão velada. As narrações sobre inclusão parecem meras camuflações de estratégias mercadológicas, adotadas para lavar a imagem da corporação. Enquanto isso, o público é acionado a adquirir produtos em tempo real, como se a própria identidade fosse mercadoria. Tal fenômeno é, em essência, uma traição ao espírito autêntico da moda.

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    Gabriela Lima

    outubro 17, 2025 AT 00:26

    O retorno do desfile da Victoria's Secret representa ao mesmo tempo um marco histórico e uma demonstração flagrante das contradições inerentes ao universo fashion. A decisão de integrar compras ao vivo evidencia uma estratégia de capitalização que ultrapassa os limites da simples apresentação estética. Não se pode negar que a inclusão de diferentes biotipos é um passo positivo porém ao mesmo tempo se revela um movimento superficial e utilitário. O público agora convidado a adquirir as peças em tempo real se encontra imerso em uma experiência consumista que tira o encanto da contemplação artística. A presença de celebridades como Cher e Tyla embora agregue valor de entretenimento reforça a tendência de transformar o evento em um show de entretenimento híbrido mais mercadológico que cultural. Além disso a utilização de tecidos reciclados embora louvável deve ser analisada criticamente considerando a verdadeira pegada ambiental da produção em massa. A transparência sobre a localização do evento continua obscura gerando especulações sobre estratégias logísticas que favorecem interesses corporativos. As cifras de vendas iniciais superiores a três milhões de dólares demonstram a eficácia de um modelo de negócios que privilegia a rapidez de consumo sobre a reflexão estética. Contudo tais números podem ser interpretados como um sinal de que o público está disposto a apoiar iniciativas que promovem diversidade e sustentabilidade. O fato de que 30% das peças estavam disponíveis em tamanhos acima do tradicional plus size reflete um esforço genuíno de ampliar a representatividade. Entretanto a escassez de comunicação clara acerca da produção sustentável levanta dúvidas sobre a real intenção da marca. A crítica inevitavelmente apontará para a contradição entre o discurso de inclusão e a prática de promover um consumo desenfreado que alimenta a cultura fast fashion. Não obstante é imprescindível reconhecer que qualquer avanço em direção à diversidade ainda que imperfeito representa uma evolução em relação ao passado da empresa. Assim o desfile pode ser visto como um experimento híbrido que tenta conciliar entretenimento consumo e responsabilidade social. Por outro lado a ausência de um debate aprofundado sobre as implicações ambientais do evento coloca em evidência a necessidade de maior transparência. Em conclusão o evento cumpre o papel de ser um termômetro da indústria refletindo tanto suas conquistas quanto suas limitações sem jamais oferecer respostas definitivas.

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    Elida Chagas

    outubro 17, 2025 AT 14:20

    Que surpresa observar a Victoria's Secret ainda tentando se auto glorificar sob o pretexto de inclusão, quando a verdadeira inspiração vem das passarelas brasileiras que, historicamente, sabem equilibrar beleza e autenticidade. É quase irônico que eles copiem o estilo que já dominamos aqui, enquanto fingem inovar. O desfile, claramente, poderia aprender mais com o nosso próprio legado cultural ao invés de reciclar fórmulas ultrapassadas. Mas, afinal, quem precisa de originalidade quando se tem um orçamento de milhões?

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    Thais Santos

    outubro 18, 2025 AT 04:13

    Oi gente, adorei ver que finalmente tão trazendo mais variedade de corpos, isso dá esperança pro futuro da moda!
    Eu acho que incluir modelos plus size e diferentes etnias é um passo bem legal, mesmo que ainda tenham uns detalhes pra melhorar.
    Vamo torcer pra que as próximas edições continuem assim, com mais representatividade e menos confusões de local haha

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    elias mello

    outubro 18, 2025 AT 18:06

    Genteee, q legal ver o desfile virando um shopping ao vivo 😍! Eu to aqui já tentando achar o top que a Gigi usou, mas a Amazon tá meio lenta 😅. Acho que essa ideia de comprar na hora pode mudar o jeito que a gente consome moda, tá ligado? Só não esqueçam de salvar o link pra não perder nada lol

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    Consuela Pardini

    outubro 19, 2025 AT 08:00

    Ah, então agora a Victoria's Secret virou um reality de compras, ficou todo mundo hippie com esse papo de "inclusão"? Claro, porque colocar modelo plus size na passarela resolve tudo, né? O show parece mais um catálogo de supermercado do que um desfile de alta costura. Mas tudo bem, enquanto a gente pode comprar o look num clique, quem se importa com arte?

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    Paulo Ricardo

    outubro 19, 2025 AT 21:53

    Mais um desfile, mais um golpe de marketing.

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    Ramon da Silva

    outubro 20, 2025 AT 11:46

    É realmente impressionante ver como a integração de compras ao vivo tem potencial de impulsionar vendas e ao mesmo tempo oferecer ao consumidor acesso imediato a tendências. Para quem está pensando em explorar essa estratégia, recomendo analisar cuidadosamente a logística de estoque e a experiência do usuário na plataforma. Também é importante garantir que a comunicação sobre sustentabilidade seja clara e verificável. Se a marca mantiver esses cuidados, o modelo pode se tornar um novo padrão na indústria.

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    Isa Santos

    outubro 21, 2025 AT 01:40

    Eu vejo esse movimento como um reflexo da necessidade de inovar na forma como apresentamos moda, mas ao mesmo tempo precisamos manter um olhar crítico sobre o impacto ambiental real. A ideia de usar tecidos reciclados é boa, porém sem dados concretos fica difícil avaliar a eficácia. Seria interessante ter transparência total sobre a cadeia produtiva.

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    Jéssica Nunes

    outubro 21, 2025 AT 15:33

    É evidente que o suposto retorno da Victoria's Secret nada mais é que uma fachada cuidadosamente orquestrada para desviar a atenção de práticas obscuras que permeiam a indústria da moda. Enquanto o público se encanta com o brilho das luzes e a promessa de inclusão, as verdadeiras decisões são tomadas nos bastidores por conselhos ocultos que manipularam a narrativa desde 2018. Não se enganem com os números de visualizações, eles são inflacionados por algoritmos controlados por interesses corporativos. Quem realmente se beneficia são os acionistas que lucram com a venda de cada peça ao consumidor distraído.

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    Willian José Dias

    outubro 22, 2025 AT 05:26

    Caros leitores, devo dizer, com grande entusiasmo, que este evento demonstra, sem sombra de dúvida, a convergência entre arte, tecnologia e comércio; um ponto de interseção que merece, evidentemente, nossa mais profunda reflexão; ao analisarmos a integração de compras ao vivo, percebemos, simultaneamente, a evolução das práticas de consumo e a necessidade de, contudo, assegurar transparência; que não se perca, em meio a tantas promessas, a clareza sobre impactos ambientais e logísticos.

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    Elisson Almeida

    outubro 22, 2025 AT 19:20

    Ao avaliar o novo formato de desfile, é imperativo adotar uma perspectiva holística que incorpore métricas de engajamento cross‑platform e KPIs de conversão em tempo real. A sinergia entre o live‑streaming e o e‑commerce cria um ecossistema de valor agregado, porém requer uma arquitetura de dados robusta para suportar a escalabilidade. Recomenda‑se, portanto, implementar pipelines de data‑flow que garantam a consistência dos catálogos. Além disso, a governança de sustentabilidade deve ser integrada ao roadmap de produto, alinhando os OKRs corporativos às exigências regulatórias. Em síntese, o modelo apresenta oportunidades significativas, desde que os stakeholders adotem uma governança de alto nível.

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